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As mudanças impostas pela lei eleitoral para as eleições municipais deste ano foram positivas. Reduziu a sujeira nas ruas e a poluição visual. É claro que ainda serão necessários ajustes, mas já se nota uma avanço positivo.

O ideal é que agora em diante, com as restrições em relação aos gastos de campanha, toda a energia para a conquista do voto seja canalizada para as conversas, reuniões e debates, mesmo que em locais abertos, como minicomícios, de maneira que os candidatos possam falar mais, oferecerem e receberem informações dos eleitores.

Antigamente, com a permissão de forrós e shows em comício, o que se notava era um gasto excessivo que os candidatos tinham para competirem entre si a respeito de qual a sede de campanha ou comício estava mais cheio de eleitores. Havia disputa por empresas de ônibus, para contratação de transportes e os melhores cantores da região. O corpo a corpo ainda se mantinha como um dos principais atos de campanha que permitia uma conversa com o eleitor, quando o candidato formava um grupo menor com o objetivo de visitar as pessoas, de casa em casa, levando a proposta de governo, que era entregue em mãos.  Passeatas ou arrastões, por exemplo, já não permitem esse tipo de relação, pois não há tempo, quando muito de cumprimentar as pessoas que estão nas ruas ou na porta de casa. Ao fim, havendo um minicomício, as passeatas se tornam interessantes. Geralmente, na volta, falasse algo na porta da sede da campanha, local de encontro para reunir a militância.

Hoje, 25 de setembro, Porciúncula registrou seu primeiro debate eleitoral da sua história política. Sem dúvida, um fato interessante e inovador.

Cumprimento aqui o jornalista Nino Bellieny, que foi o mediador deste evento histórico na política municipal.

Aos organizadores, deixo aqui meus cumprimentos pela iniciativa, assim como aos candidatos: Mirian e Léo Coutinho, que sem a concordância e presença de ambos, não teria ocorrido ou sido um debate propriamente dito, caso um dos candidatos não comparecesse.

Aproveito ainda a oportunidade para sugerir que os próximos debates seja estabelecido um tempo maior para que os candidatos possam se expressar com mais clareza, pois o tempo definido foi curto. Mas essa questão do tempo não será capaz de ofuscar a iniciativa, pelo bem que se fez à democracia, dando ao eleitor a oportunidade de ouvir ou assistir, uma discussão política onde os candidatos se apresentam isolados, onde o que cada um pode oferecer ali para impressionar o eleitor não são fogos de artifícios, carros de som ou multidões de seguidores, mas ideias e propostas para a administração do município, ao mesmo tempo em que serão avaliados pelo eleitor, que poderá perceber a segurança de cada um ao tratar dos diversos temas com os possíveis questionamentos futuros que certamente virão.

 

 

 

 

Proteção aos animais

23 de setembro de 2016

Com a popularização da internet estamos conhecendo inúmeros casos de agressão e maus tratos contra animais.

O registro dos casos permite a apuração e punição dos responsáveis, quando são conhecidos e repercutem na opinião pública. O que falta ainda, a meu ver, é popularizar os canais de denúncia para que alcance  um maior número de pessoas e a iniciativa para denunciar este tipo de crime esteja acessível a qualquer instante.

Ao testemunhar uma cena de agressão, ao tomar conhecimento de um caso de abandono, a comoção do momento deixa a pessoa sem ação… O ideal é que essa proteção seja uma política municipal de proteção, pois a atuação imediata é garantia de proteção da vida do animal pela prestação de um socorro ágil, por agentes públicos ou voluntários que estejam mais próximos.

Pela internet, é fácil encontrar órgãos e entidades civis que prestam assistência neste sentido, mas mesmo assim seria importante que os governos fizessem uma campanha publicitária divulgando e explicando os procedimentos.

Compartilho com vocês dois links: Arca Brasil – Proteção e Bem-Estar AnimalProjeto Esperança Animal  que traz muitas informações sobre este tema.

Os canais de denúncia na circunscrição municipal deveria estar indicado e impresso em carnês de IPTU, em edifícios públicos como: Escolas, Postos de Saúde, Terminais de Passageiros, Correios, Prefeitura, Câmara Municipal, Hospitais, Bancos… e deveria ser acompanhado de um símbolo universal, que facilite a identificação visual como ocorre com o Símbolo Internacional de Acesso.

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Do combate à corrupção

19 de setembro de 2016

Do combate à corrupção, a etapa mais difícil é a cultural. O que será do futuro de um país com tantos jovens sendo doutrinados em escolas e universidades a relativizar o roubo do dinheiro público por questões ideológicas?

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